Solar & geração

Nº90

Curtailment sobe 21% e a agenda da ABEEólica

Publicação comentadaPost de Canal Solar: “Plano apresentado pela entidade busca estabelecer metas anuais progressivas para frear os cortes de geração…” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

O curtailment de usinas eólicas e solares passou de 3,42 GW médios entre janeiro e agosto de 2025 para 4,12 GW médios no mesmo período de 2026, alta de 21% segundo o ONS. A ABEEólica lançou a agenda Ventos para Transformar o Brasil e cobra dos candidatos à Presidência um Plano Nacional de Redução do Curtailment, com metas anuais auditáveis.

A variável que ficou de fora é quem absorve o corte enquanto a meta não é cumprida. A Lei nº 15.269, de 24 de novembro de 2025, ao inserir o artigo 1º-B na Lei nº 10.848/2004, limita a compensação aos cortes por indisponibilidade externa e por requisito de confiabilidade elétrica ocorridos entre 1º de setembro de 2023 e a entrada em vigor do dispositivo. Corte por razão energética fica fora.

Meta de redução não muda a alocação do risco no intervalo. Receita de projeto eólico ou solar em região com restrição de escoamento segue exposta a corte não indenizado, e essa exposição entra na análise de crédito e no custo da dívida.

O retorno de um projeto renovável em zona de restrição é decidido pela regra de alocação do corte não indenizado.

FontesPresidência da República, Lei nº 15.269, de 24 de novembro de 2025, https://lnkd.in/dzp9rPhR

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗