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Nº61

Painéis que geram energia com gotas de chuva

Publicação comentadaPost de The Energy Shift: “When Rain Meets Sun ☀️🌧️” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

A The Energy Shift publicou que cientistas desenvolvem painéis solares híbridos capazes de gerar eletricidade também a partir do impacto de gotas de chuva, por efeito triboelétrico, e registra na própria publicação que a energia obtida da chuva é hoje muito menor que a obtida do sol.

Há trabalho publicado por trás disso. O Instituto de Ciência de Materiais de Sevilha, centro conjunto do CSIC e da Universidade de Sevilha, descreveu na Nano Energy, em artigo de 25 de dezembro de 2025, uma célula solar de perovskita resistente à água acoplada a um coletor triboelétrico de gotas, com mais de 100 volts medidos no impacto de uma única gota.

Tensão de pico por impacto não é energia por metro quadrado ao longo do ano, que é o número que entra em um projeto. O efeito depende de um revestimento de cerca de 100 nanômetros, e a pergunta de ativo é quanto tempo essa camada mantém desempenho sob sujeira, abrasão e limpeza, ao lado de um módulo dimensionado para décadas.

O resultado é laboratório com autoria, revista e data, e isso já o separa da promessa genérica. O próximo dado relevante para quem investe é a energia acumulada por área em teste de campo, com a curva de degradação do revestimento medida.

English version

The Energy Shift posted that scientists are developing hybrid solar panels able to generate electricity from raindrop impact as well, through the triboelectric effect, and notes in the post itself that the energy obtained from rain is today far smaller than that obtained from sunlight.

There is published work behind it. The Institute of Materials Science of Seville, a joint centre of CSIC and the University of Seville, described in Nano Energy, in a paper dated 25 December 2025, a water-resistant perovskite solar cell coupled to a droplet triboelectric harvester, with more than 100 volts measured from the impact of a single drop.

Peak voltage per impact is not energy per square metre over a year, which is the figure a project runs on. The effect depends on a coating about 100 nanometres thick, and the asset question is how long that layer holds performance under soiling, abrasion and cleaning, alongside a module sized for decades.

The result is laboratory work with authorship, a journal and a date, and that already separates it from a generic promise. The next figure that matters to an investor is accumulated energy per area in field testing, with the coating degradation curve measured.

FontesSciTechDaily, 06/04/2026, sobre o artigo do ICMS (CSIC e Universidade de Sevilha) na Nano Energy de 25/12/2025, https://lnkd.in/dAYAhXSD

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗