Mobilidade & indústria

Nº251

FLASH Charging da BYD a 30 graus negativos

Publicação comentadaPost de Marcio Sousa: “BYD acaba de reescrever as regras da recarga de veículos elétricos.” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

O vídeo do post é uma demonstração pública, registrada por terceiro, com o painel mostrando a carga subir ao vivo. O texto afirma que a FLASH Charging, com a segunda geração da Blade Battery, foi de 20% para 97% em 12 minutos a -30 °C.

O comunicado da BYD de 5 de março de 2026 confirma esse número e mostra de onde ele vem: pico de 1.500 kW por um único conector, 10% a 70% em cerca de 5 minutos e 10% a 97% em 9 minutos. Cada estação traz um sistema de armazenamento próprio, recarregado em velocidade menor, para não sobrecarregar a rede.

O número que viaja é o do carro. O que fica parado é a estação. Separar as duas coisas muda a conversa: a recarga de uma frota depende da potência no ponto de conexão e de quem constrói esse ponto, não do modelo comprado.

Há caminho para quem não quer esperar a rede do fabricante chegar. Armazenamento no próprio pátio dá o pico sem exigir reforço de rede, e isso se contrata agora, com o cronograma de obra no mesmo contrato. Doze minutos no painel é demonstração. Doze minutos no pátio é capacidade instalada.

FontesBYD, BYD breaks down final barriers to electrification with Blade Battery 2.0 and FLASH Charging, 5/3/2026, https://lnkd.in/dDtQ6ysX

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗