Nº166
Data centers, IA e REDATA no planejamento da rede
A expansão de data centers no Brasil esbarra menos em geração e mais em ponto de conexão. O artigo repostado argumenta nessa direção, reúne dados de Gartner, EPE, ONS e do REDATA e resume a distância entre potência instalada e capacidade disponível.
A EPE tratou do mesmo ponto em notícia institucional sobre o REDATA. Segundo a empresa, os projetos em estudo de mínimo custo global no MME passaram de 19,8 GW em setembro de 2025 para 26,2 GW em novembro de 2025, acréscimo de 6,4 GW em pouco mais de 60 dias após a publicação da medida.
A mesma notícia mostra o outro lado da conta. Estudos concluídos recomendaram cerca de R$ 1,6 bilhão em transmissão em São Paulo, o que destrava por volta de 4 GW de margem de conexão, com expectativa de mais 5 GW a partir dos leilões de 2026. Para Rio de Janeiro e Nordeste há estudos em curso da ordem de 4 GW cada.
Pedido de conexão não é demanda confirmada, e a própria EPE registra que a maturação depende de infraestrutura, viabilidade econômica e das novas regras de garantia. A margem destravada em estudo é hoje o indicador mais concreto de quanto dessa fila tem para onde ir.
FontesEPE, REDATA: EPE acelera planejamento da rede para suportar crescimento recorde de Data Centers, https://lnkd.in/dijyiV_g
